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CVE-2026-31431 Copy Fail — Testador de LPE do kernel Linux via MCP

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há 17 diasAinda não revisado

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Copy Fail MCP

Just Ruff Python Biome FastMCP

📖 Guia de Instalação — início rápido, configuração manual e solução de problemas

CVE-2026-31431 — A pior vulnerabilidade do Linux já descoberta. Agora controlável via MCP.

732 bytes de Python. Sem compilação. Sem condição de corrida. Sem offsets específicos por distribuição. Um único disparo, root universal em todo kernel Linux criado desde 2017.

Esta ferramenta é um servidor MCP + painel web que testa qualquer sistema Linux alcançável quanto à vulnerabilidade. Ela foi criada porque o PoC original já é trivial de usar — isto apenas adiciona uma interface, varredura de rede e rastreamento de frotas.

AVISO: Esta é uma LPE real do kernel. Use apenas em sistemas que você possui ou para os quais tem permissão explícita por escrito para testar. O uso não autorizado é crime na maioria das jurisdições.


Por Que Esta É a Pior Vulnerabilidade do Século

As Quatro Coisas Que a Tornam Sem Precedentes

1. Foi encontrada por uma IA em uma hora. A plataforma Xint Code da Theori varreu o subsistema crypto/ do Linux com um único prompt do operador. Uma hora depois, ela tinha uma LPE universal que escapou de todos os revisores humanos, ferramentas de análise estática e fuzzers por nove anos. O bug existia desde 2017 e exigia raciocínio entre subsistemas (proveniência do socket AF_ALG + comportamento de escrita scratch do authencesn) — exatamente o tipo de conexão em que ferramentas nativas de LLM se destacam. O custo da descoberta foi insignificante. As implicações para o cenário de vulnerabilidades são existenciais.

2. O exploit tem 732 bytes de Python puro, sem dependências. Nenhum toolchain de compilação necessário. Nenhuma biblioteca para instalar. Nenhum offset específico de arquitetura. Ele funciona de forma idêntica em servidores x86_64, roteadores aarch64, dispositivos NAS ARM e qualquer outro hardware Linux rodando Python 3.10+. Você pode colá-lo em um shell web, enviá-lo via netcat ou gravá-lo de um pendrive. A barreira para armamento é efetivamente zero.

3. Não deixa rastro em disco. O exploit corrompe apenas o page cache do kernel em memória. O binário em disco de /usr/bin/su nunca é modificado. Toda ferramenta de integridade de arquivos que funciona comparando checksums em disco — AIDE, Tripwire, dm-verity — não vê nada de errado. A corrupção desaparece na reinicialização. A única maneira de detectar que um exploit foi executado é capturá-lo em flagrante via auditd ou eBPF. Para fins forenses, o exploit é invisível.

4. Bilhões de dispositivos nunca serão corrigidos. As principais distribuições (Ubuntu, RHEL, Debian, SUSE) lançaram patches em 72 horas. Mas o bug do kernel está embutido em todo dispositivo Linux criado desde 2017 com CONFIG_CRYPTO_USER_API_AEAD=y — ou seja, praticamente todos. Roteadores OpenWrt (sem patch até 2026-05-02). Câmeras IP rodando kernels de fornecedores de 2019. Smart TVs com ramos de firmware congelados. Bombas de infusão médica que exigem recertificação da FDA a cada atualização. Controladores industriais com ciclos de vida de suporte de 10 anos. Dispositivos Android são protegidos por uma restrição acidental da política SELinux — não por uma correção do kernel — e dispositivos com root/ROMs customizadas, Fire tablets antigos e Android TV sticks estão totalmente expostos. O número agregado não é de milhões. É de bilhões. E para a maioria deles, a correção nunca virá.


O Que Esta Ferramenta Faz

Esta é uma ferramenta de teste e conscientização de segurança construída em torno do PoC público. Ela não faz nada que o script original de 732 bytes já não faça. O que ela acrescenta:

  • Varredura de rede — sondar uma sub-rede /24 em busca de hosts SSH, identificar Linux pelo banner
  • Visão geral da frota — painel persistente de hosts descobertos com status de vulnerabilidade
  • Teste com um clique — verificar kernel, executar exploit, aplicar mitigação a partir de uma UI web
  • Padrões seguros — mitigação em dry-run, limpeza após o exploit, banners de aviso em toda parte
  • Múltiplos caminhos de entrada — agente SSH, piping via netcat, shell web, acesso físico

O exploit em si é público, trivialmente copiável e não pode ser desinventado. Esta ferramenta existe para tornar os testes rápidos e seguros para pessoas que têm autorização para testar.


Início Rápido

root@kitploit:~
git clone https://github.com/sandraschi/copy-fail-mcp
cd copy-fail-mcp
just

Isso abre um painel interativo mostrando todos os comandos disponíveis. Execute just bootstrap para instalar as dependências e depois just serve ou just dev para iniciar.

Configuração Manual

Se você não tiver o just instalado:

Instalar

pip install copy-fail-mcp

Verificar um alvo

copy-fail check --host 192.168.1.100

Iniciar o painel web

copy-fail serve --http --port 10955

Depois abra http://localhost:10954

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Como o Exploit Funciona (em 30 segundos)

root@kitploit:~
User → AF_ALG socket (authencesn) → splice() target file → HMAC fails
                                                                  ↓
                                     4 bytes written past AEAD boundary
                                               ↓
                                      Into page cache of /usr/bin/su
                                               ↓
                                      su is now corrupted in memory
                                               ↓
                                      Run su → root shell

O bug: dois comportamentos de subsistema que eram inofensivos individualmente tornam-se letais quando combinados. O caminho de splice do AF_ALG expõe páginas do page cache como saída gravável. O authencesn escreve 4 bytes além do limite legítimo da AEAD como espaço temporário. Junte os dois e você pode corromper a representação em memória de qualquer arquivo legível com dados precisamente controlados. O exploit tem como alvo a verificação de permissão do /usr/bin/su.


Licença

MIT. O script do exploit é de Taeyang Lee / Theori / Xint Code Research Team (PoC original).

Baixar ferramenta
PropriedadeCopy FailDirty COW (2016)Dirty Pipe (2022)
Tamanho do exploit732 bytes (stdlib Python)~200 linhas C~100 linhas C
Compilação necessáriaNão — Python puroSim — compilar CSim — compilar C
Condição de corridaNão — determinísticaSim — janela de corridaNão
Offsets por distribuiçãoNenhum — mesmo script em qualquer lugarNenhumNenhum
Rastro em discoNão — apenas page cache, checksums limposNãoNão
Escape de containerSim — page cache compartilhadoSimSim
Versões do kernel>= 4.14 (2017–presente)>= 2.6.22 (2007–2018)>= 5.8 (2020–2022)
Dispositivos afetadosBilhões (ainda crescendo)Corrigido em 2018Corrigido em 2022
Nunca será corrigidoBilhões de IoT/embarcados/roteadoresMaioria corrigidaMaioria corrigida
Encontrada porIA (Xint Code, varredura de 1 hora)Pesquisador humanoPesquisador humano
Custo da descoberta~$6 em computação em nuvemMeses de esforço humanoMeses de esforço humano
FerramentaDescriçãoEntrada
cf_scan_networkSondar sub-rede /24 em busca de hosts SSH, identificar LinuxDireta (TCP assíncrono)
cf_check_targetVerificar kernel, configuração AEAD, status de patch da distroAgente SSH
cf_run_exploitImplantar PoC via SSH, executar, relatar rootAgente SSH
cf_assessVerificação + exploit em uma única etapaAgente SSH
cf_apply_mitigationBlacklist de módulo ou blacklist de initcallAgente SSH
cf_get_exploit_scriptRetornar o PoC bruto de 732 bytes como textoQualquer canal
cf_exploit_localEscrever o PoC em um caminho local para implantação manualShell local