
Fuzzer de formato de arquivo Zip e multi-ferramenta.
Zip break é uma ferramenta para dissecar, modificar e remontar arquivos zip para uma variedade de tarefas. Ela foi projetada para ser multiplataforma e o mais simples possível de portar entre sistemas variados. Foi testada em Windows 9x/2k/XP, Windows Vista/7/8, Fedora 23/24/25/26/27, Kali, Debian 8/9, Qubes 3.2/4.0, Whonix 13/14, Ubuntu 10, FreeBSD 11 e vários telefones Android. Para compilar em máquinas Linux/UNIX, basta executar gcc -o zipbrk zipbrk.c. Usuários Windows podem abrir o arquivo em um projeto padrão do Visual Studio (a versão Community agora é gratuita e funciona perfeitamente para isso) e pressionar F7.
| CVE | Acionado por |
|---|---|
| CVE-2004-0932 | -c / -u |
| CVE-2014-8139 | -xs |
| CVE-2014-8140 | -xc / -xu |
| CVE-2014-8141 | -xc / -xu |
| CVE-2015-7696 | -s |
| CVE-2015-7697 | -s |
| CVE-2018-1000035 | -e / -xs |
Alguns exemplos de uso são:
zipbrk file.zip --encryption-set --xor-crc32
Este comando instruiria o zipbrk a definir os flags de criptografia no arquivo e modificar as somas CRC32 associadas a eles. Para modificar as somas, o usuário é solicitado a fornecer uma senha a ser usada como chave em qualquer operação que exija modificações exclusivas.
Observe que o flag de criptografia pode ser definido, mas o conteúdo ainda não está necessariamente criptografado. Programas de arquivos zip normalmente solicitarão uma senha se o flag de criptografia estiver definido e falharão ao perceber que os dados nem sequer estão criptografados, mas os dados na verdade ainda estão em formato de texto simples.
Uma alternativa mais segura seria talvez criptografar um arquivo zip e então fazê-lo parecer como se não estivesse criptografado, o que pode levar um usuário a presumir que o arquivo está danificado.
--encryption-unset
Sabe-se que alguns softwares antivírus não examinam o conteúdo de um arquivo (CVE-2004-0932, et al.) se o parâmetro de Tamanho Não Comprimido do cabeçalho do arquivo estiver definido como 0 bytes de tamanho.
--zero-uncompressed
No caso de um provedor não permitir a transmissão ou armazenamento de arquivos zip (por exemplo, GMail, et al.), a assinatura do arquivo zip pode ser alterada para enganar processadores de zip, fazendo-os presumir que o arquivo não está no formato zip. A assinatura pode então ser alterada de volta após ser recebida pelo ponto final.
--signature-spoof