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CVE-2023-33381-MitraStar-GPT-2741GNAC — Exploração de prova de conceito para injeção de comando do sistema operacional (CVE-2023-33381) em roteadores MitraStar GPT-2741GNAC. Demonstra bypass do shell restrito via funcionalidade de ping/traceroute de diagnóstico, com análise de engenharia reversa de binários CGI vulneráveis. | Kitploit
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Exploração de prova de conceito para injeção de comando do sistema operacional (CVE-2023-33381) em roteadores MitraStar GPT-2741GNAC. Demonstra bypass do shell restrito via funcionalidade de ping/traceroute de diagnóstico, com análise de engenharia reversa de binários CGI vulneráveis.

CVE-2023-33381-MitraStar-GPT-2741GNAC

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1312há 3 anosAinda não revisado
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CVE-2023-33381-MitraStar-GPT-2741GNAC

CVE-2023-33381: Injeção de comando do sistema operacional no MitraStar GPT-2741GNAC

Device: GPT-2741GNAC

Firmware Version: AR_g5.8_110WVN0b7_2

Descrição da Vulnerabilidade:

Ao fazer login via SSH, notei imediatamente o conjunto limitado de comandos e opções disponíveis. Tornou-se evidente que eu estava confinado a um ambiente de shell restrito.

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Após explorar várias vulnerabilidades conhecidas, decidi aprofundar-me na busca por novas. Para começar, fiz login no portal administrativo e comecei a testar várias funcionalidades que poderiam resultar em injeção de comando do sistema operacional. No menu Diagnostic, encontrei um recurso específico que me permitiu testar a conectividade usando os comandos ping e traceroute.

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Então, decidi tentar algo sorrateiro adicionando um caractere ";" ao meu comando. Executei "cat /etc/passwd" e adivinhe? O comando foi executado com sucesso.

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Fui além e executei o comando "sed" para substituir a entrada do shell restrito no arquivo "/etc/passwd" por um shell interativo completo.

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Como claramente ilustrado na imagem abaixo, as modificações que fiz me permitiram fazer login e executar livremente comandos como "uname" e "cat"

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Causa raiz

Como eu tinha privilégios de administrador completos, não resisti a me aprofundar para descobrir o componente vulnerável. Ao inspecionar as requisições do navegador, notei algo interessante. Havia dois arquivos CGI, "ping.cgi" e "DiagGeneral.cgi", sendo alvos das requisições.

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Depois de obter os arquivos, me diverti um pouco com engenharia reversa usando o Ghidra. Aqui está a parte interessante: no arquivo "ping.cgi", notei que o parâmetro PingIPAddr estava sendo obtido diretamente da entrada do usuário sem qualquer sanitização adequada. O parâmetro PingIPAddr capturado da entrada do usuário era armazenado para uso futuro utilizando a função tcapi_set.

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Por último, no arquivo DiagGeneral.cgi, o parâmetro PingIPAddr era recuperado usando a função tcapi_get e então usado diretamente na função system sem qualquer sanitização. Essa falha cria uma vulnerabilidade de injeção de comando, permitindo a execução não autorizada de comandos arbitrários no sistema.

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